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Jair Messias Bolsonaro

Jair Messias Bolsonaro

 

 

Jair Bolsonaro

 

Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro em abril de 2019 antes de pronunciamento em rede nacional.[1][nota 1]
38.º Presidente do Brasil
Período 1º de janeiro de 2019
a atualidade
Vice-presidente Hamilton Mourão
Antecessor Michel Temer
Deputado federal pelo Rio de Janeiro
Período 1º de fevereiro de 1991
a 1º de janeiro de 2019
Vereador do Rio de Janeiro
Período 1º de janeiro de 1989
a 1º de fevereiro de 1991
Dados pessoais
Nascimento 21 de março de 1955 (64 anos)
GlicérioSP
Nacionalidade brasileiro
Alma mater Academia Militar das Agulhas Negras
Cônjuge Rogéria Nantes (div.)
Ana Cristina Valle (div.)
Michelle Bolsonaro (2007–presente)
Filhos Flávio · Carlos · Eduardo · Renan · Laura
Partido sem partido (2019–presente)
Religião Católico romano
Profissão Militar e político
Assinatura Assinatura de Jair Bolsonaro
Website bolsonaro.com.br
Serviço militar
Lealdade Exército Brasileiro[2]
Anos de serviço 1973–1988[3][4]
Graduação Capitão.png Capitão
Unidade
Condecorações Ordem do Mérito Militar[5]

Medalha do Pacificador com Palma 

 

Jair Messias Bolsonaro OMM (Glicério,[7][8][nota 2] 21 de março de 1955) é um capitão reformado, político e atual presidente do Brasil. Foi deputado federal por sete mandatos entre 1991 e 2018, sendo eleito através de diferentes partidos ao longo de sua carreira.[2] Elegeu-se à presidência pelo Partido Social Liberal (PSL), ao qual foi filiado até novembro de 2019. Três de seus filhos também são políticos: Carlos Bolsonaro (vereador do Rio de Janeiro pelo Partido Social Cristão), Flávio Bolsonaro (senador fluminense pelo PSL e comandante da legenda no estado) e Eduardo Bolsonaro (deputado federal por São Paulo, também pelo PSL).[10][11]

Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977 e serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do Exército Brasileiro. Tornou-se conhecido do público em 1986, quando escreveu um artigo para a revista Veja no qual criticava salários de oficiais militares. Por causa disso, foi preso por quinze dias, apesar de ter recebido cartas de apoio de colegas do exército. Foi absolvido dois anos depois.[12]

Bolsonaro ingressou na reserva em 1988, com o posto de capitão, para concorrer à Câmara Municipal do Rio de Janeiro naquele ano. Foi eleito vereador pelo Partido Democrata Cristão (PDC), partido que seria extinto em 1993. Em 1990, candidatou-se a deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. Foi o candidato mais votado, com apoio de 6% do eleitorado fluminense (464 mil votos),[13] sendo reeleito por seis vezes. Durante seus 27 anos na Câmara dos Deputados, ficou conhecido por ser uma personalidade controversa,[14] por conta de declarações classificadas como discurso de ódio[15] e de suas visões políticas geralmente caracterizadas como populistas[16] e de extrema-direita,[17] que incluem a simpatia pela ditadura militar brasileira[18][19][20][21][22] e a defesa das práticas de tortura por aquele regime.[23][24][25] Em março de 2015, deixou de ser militar da reserva e passou a ser capitão reformado do exército.[26]

Bolsonaro foi anunciado como pré-candidato à Presidência do Brasil em março de 2016 pelo PSC.[27] Somente em janeiro de 2018, no entanto, anunciou sua filiação ao PSL, o nono partido político de sua carreira desde que foi eleito vereador em 1988.[28][29][30][31] Sua campanha presidencial foi lançada em agosto de 2018, com o general reformado Hamilton Mourão como seu vice na chapa. Ele se apresenta como defensor dos valores familiares.[32] Sofreu um atentado durante ato de campanha no dia 6 de setembro, recebendo um golpe de faca no abdômen. Em 7 de outubro, Bolsonaro ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais de 2018, com o candidato Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), em segundo.[33] Foi eleito Presidente da República no segundo turno, em 28 de outubro, com 55,13% dos votos válidos.[34]

 

Infância

Olinda e Geraldo Bolsonaro com seu filho Jair, em 1974, na Academia Militar das Agulhas Negras.

Segundo relatos familiares, Jair Bolsonaro nasceu em Glicério,[7] um pequeno município no noroeste do estado de São Paulo, e foi registrado dez meses depois, no dia 1º de fevereiro de 1956, na cidade de Campinas,[8] onde morava grande parte de sua família de imigrantes italianos e alemães.[35] Em seu registro de nascimento, todavia, sua naturalidade consta como sendo Campinas.[9][35][36][37] O nome Jair foi escolhido após sugestão de um vizinho, em homenagem a Jair Rosa Pinto, meia-esquerda da Seleção Brasileira de Futebol que fazia aniversário naquele dia e jogava no Palmeiras, time pelo qual Percy Geraldo Bolsonaro, o pai, torcia. Inicialmente, chamar-se-ia apenas Messias Bolsonaro porque sua mãe, Olinda Bonturi, após uma gravidez complicada, atribuía a Deus o milagre do nascimento do filho.[38]

Em sua infância, morou em diversas cidades do estado de São Paulo. Nos primeiros anos de vida, sua família mudou-se para Ribeira. Após alguns anos, em 1964, a família mudou-se para Jundiaí nos bairros de Vianelo e Vila Progresso. Em 1965, mudaram-se para Sete Barras. Finalmente, em 1966, mudaram-se para Eldorado, no Vale do Ribeira, onde Jair cresceu junto com seus cinco irmãos.[38][39]

Carreira militar

Bolsonaro se interessou pelo Exército aos 15 anos, quando ele e amigos forneceram dicas para os militares sobre possíveis esconderijos de Carlos Lamarca, que havia montado um campo em Vale do Ribeira para treinar guerrilheiros contra a ditadura militar.[40][41]

Aos 18 anos de idade, Bolsonaro entrou para a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx).[42] Porém, após refletir, chegou à conclusão de que deveria ter prestado concurso para a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Então, no final de 1973, após alguns meses na EsPCEx, prestou o concurso e foi aprovado. Formou-se em 1977.[38]

No final de seu último ano de academia, integrou a Brigada de Infantaria Paraquedista, onde se especializou em paraquedismo. Após concluir o curso, foi servir como Aspirante a Oficial no 21º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) em São Cristóvão, bairro do Rio de Janeiro. Depois, serviu no 9º GAC em NioaqueMato Grosso do Sul, de 1979 a 1981.[43] Nesse último ano, nasce seu primeiro filho, Flávio. No ano seguinte, 1982, cursou a Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx) e nasce seu segundo filho, Carlos.[38]

Jair Bolsonaro em 1986, no mesmo ano em que foi preso, quando servia no 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista.

Após ter se formado na escola, foi servir no 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista em Deodoro, bairro do Rio de Janeiro. Foi um dos tenentes responsáveis pela avaliação física dos soldados que concorriam para o curso de paraquedismo.[38] Em 1987, cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO).[44]

Documentos produzidos pelo Exército Brasileiro na década de 1980 mostram que os superiores de Bolsonaro o avaliaram como dono de uma "excessiva ambição em realizar-se financeira e economicamente".[45] Segundo o superior de Bolsonaro na época, o coronel Carlos Alfredo Pellegrino, Bolsonaro "tinha permanentemente a intenção de liderar os oficiais subalternos, no que foi sempre repelido, tanto em razão do tratamento agressivo dispensado a seus camaradas, como pela falta de lógicaracionalidade e equilíbrio na apresentação de seus argumentos".[45]

Prisão

Em 1986, quando já servia como capitão, no 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista, Bolsonaro foi preso por quinze dias após escrever, na seção "Ponto de Vista" da revista Veja de 3 de setembro de 1986, um artigo intitulado "O salário está baixo".[46] Para Bolsonaro, o desligamento de dezenas de cadetes da AMAN se devia aos baixos salários pagos à categoria de uma forma geral, e não a desvios de conduta, como queria deixar transparecer a cúpula do Exército. A atitude de seus superiores levou à reação de oficiais da ativa e da reserva, inclusive do General Newton Cruz, ex-chefe da agência central do Serviço Nacional de Informações (SNI) no governo João Figueiredo. Bolsonaro recebeu cerca de 150 telegramas de solidariedade das mais variadas regiões do país, além do apoio de oficiais do Instituto Militar de Engenharia (IME) e de esposas de oficiais, que realizaram manifestação em frente ao complexo militar da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.[44] Foi absolvido pelo Superior Tribunal Militar (STM) dois anos depois.[45]

 

Operação Beco Sem Saída

Bolsonaro e o esquema, de próprio punho, do plano de ataque à Adutora do Guandu, integrante da rede de abastecimento de água do Rio de Janeiro[47]

Em 27 de outubro de 1987, Jair Bolsonaro informou à repórter Cássia Maria, da revista Veja, sobre a operação "Beco Sem Saída". Na época, Bolsonaro apoiava a melhoria do soldo e era contra a prisão do capitão Saldon Pereira Filho.[48][49] A operação teria como objetivo explodir bombas de baixa potência em banheiros da Vila Militar, da Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, e em alguns outros quartéis militares com o objetivo de protestar contra o baixo salário que os militares recebiam na época.[47][49]

Bolsonaro teria desenhado o croqui de onde a bomba seria colocada na Adutora do Guandu, que abastece de água ao município do Rio de Janeiro. A revista entregou o material ao então Ministro do Exército e este, após quatro meses de investigação, concluiu que a reportagem estava correta e que os capitães haviam mentido.[47][49] Por unanimidade, o Conselho de Justificação Militar (CJM) considerou, em 19 de abril de 1988, que Bolsonaro era culpado e que fosse "declarada sua incompatibilidade para o oficialato e consequente perda do posto e patente, nos termos do artigo 16, inciso I da lei nº 5836/72". Em sua defesa, Bolsonaro alegou na época que a revista Veja tinha publicado acusações fraudulentas para vender mais com artigos sensacionalistas[49]

O caso foi entregue ao Superior Tribunal Militar (STM). O julgamento foi realizado em junho de 1988 e o tribunal acolheu a tese da defesa de Bolsonaro e do também capitão Fábio Passos da Silva, segundo a qual as provas documentais — cujo laudo pericial fora feito pela Polícia do Exército — eram insuficientes por não permitirem comparações caligráficas, uma vez que fora usada letra de imprensa. O STM absolveu os dois oficiais, que assim foram mantidos nos quadros do Exército. Ainda em 1988, Bolsonaro foi para a reserva, com a patente de capitão e, no mesmo ano, iniciou sua carreira política, concorrendo a vereador do Rio de Janeiro. O laudo da Polícia do Exército, no entanto, seria mais tarde corroborado pela Polícia Federal, que confirmou a caligrafia de Bolsonaro.[44][49][50][15]

Carreira política

Vereador do Rio de Janeiro (1989–1990)

Bolsonaro em março de 1990, durante seu mandato como vereador. Em outubro do mesmo ano, seria eleito deputado federal.

Em 1988, entrou na vida pública elegendo-se vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão. Segundo biografia feita por seu filho Flávio, Bolsonaro "foi candidato a vereador porque calhou de ser a única opção que possuía no momento para evitar que fosse vítima de perseguição por parte de alguns superiores. Seu ingresso na política aconteceu por acaso, pois sua vontade era dar continuidade na carreira militar."[38] Assumiu seu mandato em 1989, ficando apenas dois anos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Bolsonaro mostrou-se um vereador conservador, discreto e pouco participativo. Durante seu mandato, apresentou sete projetos de lei, um dos quais autorizava o transporte gratuito de militares em ônibus urbanos.[51] Seu mandato de vereador foi usado principalmente para dar visibilidade às causas militares.[38]

Em um dos poucos discursos que fez em plenário, reclamou de uma nota publicada pelo jornal O Dia, que o acusava de registrar o discurso de colegas vereadores com ataques às Forças Armadas para enviar aos militares.[51] Em outras ocasiões, Bolsonaro defendeu o controle da natalidade: "não adianta vir com paliativo, mostrar folhetinhos para a população carente que é analfabeta", disse. Também julgou ineficaz a distribuição de camisinhas a moradores de favelas, pois "a molecada vai brincar de bexiga", e que a contenção da explosão demográfica deve ocorrer "em cima da classe mais humilde". As palavras do vereador foram transcritas no Diário da Câmara Municipal, pois na época a Casa não tinha um canal de televisão.[52]

Deputado federal (1991–2019)

Nas eleições de 1990, elegeu-se deputado federal, também pelo PDC.[53] Viriam em seguida outros seis mandatos sucessivos. Além do PDC, foi filiado a outros oito partidos ao longo de sua carreira política: PPR (1993-95), PPB (1995-2003), PTB (2003-2005), PFL (2005), PP (2005-2016), PSC (2016-2017)[28] e o PSL (2018-2019),[31] Em 2017, declarou que já havia pensado em se filiar ao Prona, também chegando a conversar sobre sua filiação ao PEN, atual Patriota, mas nada se concretizou.[54]

Bolsonaro, em 2016, durante sessão deliberativa ordinária no plenário do Senado.

Enquanto deputado, Bolsonaro concorreu também à presidência da Câmara. Em fevereiro de 2017, Bolsonaro concorreu pela terceira vez ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados, obtendo apenas quatro votos. Ele já havia disputado o mesmo cargo em 2005 e 2011, tendo sido derrotado em todas essas tentativas.[55] Bolsonaro desistiu de tentar uma oitava reeleição para o cargo de deputado federal a fim de disputar a Presidência da República em 2018.

Na Câmara dos Deputados, Bolsonaro foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado,[56] e suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.[57]

 

Segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, em 26 anos de atividades no Congresso, Bolsonaro apresentou 171 projetos de lei, de lei complementar, de decreto de legislativo e propostas de emenda à Constituição (PECs),[58][59] sendo relator de 73 deles.[60] Segundo a Agência Lupa — que dá o número total de projetos como 172 — 162 destes foram Projetos de Lei (PL), um foi Projeto de Lei Complementar (PLC) e cinco foram Propostas de Emenda à Constituição (PEC); há 470 outras proposições apresentadas pelo deputado, mas estas não são projetos de lei: trata-se de emendas a processos em comissões, indicações de autoridades para que prestem informações em casos analisados pela Câmara, e mensagens e manifestações em plenário.[61]

Bolsonaro conseguiu aprovar dois projetos de lei e uma emenda: uma PEC que prevê emissão de recibos junto ao voto nas urnas eletrônicas; uma proposta que estende o benefício de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens de informática e outra que autoriza o uso da fosfoetanolamina,[58] substância que ficou conhecida no Brasil como "pílula do câncer" e que testes demonstraram não ter qualquer efeito contra a doença.[62][63] Bolsonaro justificou a aprovação de uma única emenda alegando que não recebe apoio suficiente dos demais congressistas por sofrer "discriminação" por possuir ideais direitistas.[64]

Eleições para deputado federal disputadas pelo RJ
Eleição de Partido Votos Posição entre os
mais votados
Resultado
Total %
1990 PDC 67 041 N/A N/A Eleito[53]
1994 PPR 111 927 2,5% Eleito[65]
1998 PPB 102 893 1,4% 10º Eleito[66]
2002 88 945 1,1% 21º[67] Eleito[68]
2006 PP 99 700 1,2% 14º[69] Eleito[70]
2010 120 646 1,5% 11º[71] Eleito[72]
2014 464 572 6,1% [71] Eleito[73]

No caso das urnas eleitorais, a emenda propõe a impressão de um comprovante, o qual é verificado pelo eleitor na impressora e, em seguida, depositado, pela própria máquina, em uma urna lacrada. Ele defende esse sistema para evitar fraudes na contagem de votos e por não existir "nenhum país no mundo" que use a tecnologia brasileira, insinuando que as urnas eletrônicas são vulneráveis.[74] Apesar do sistema ser testado periodicamente e nunca ter sido corrompido,[75][76] alguns especialistas questionam sua indefensabilidade.[77][78][79] De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a proposta geraria custos adicionais de cerca de 1,8 bilhão de reais aos cofres públicos.[80] Em junho de 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu derrubar o voto impresso nas eleições de 2018 por entender que isto poderia gerar um risco de quebra de sigilo e da liberdade de escolha, pela possibilidade de mesários precisarem intervir em caso de falha da impressão.[81]

Bolsonaro foi o autor de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê que o Sistema Único de Saúde (SUS) realize cirurgias de laqueadura e vasectomia em maiores de 21 anos que desejarem realizar o procedimento. Ele argumentou que muitas famílias pobres não têm dinheiro para fazer cirurgias como essas e que teriam dificuldades em realizar seu planejamento familiar por esse motivo.[82] Essa pauta, porém, já era defendida por ele desde o início dos anos 90, quando era vereador.[38]

 

Bolsonaro também apresentou a PL 1411/2011, que descaracteriza como crime a recusa, em templos religiosos, de aceitar ou efetuar cerimônias ou pessoas em desacordo com suas crenças e liturgias.[83]

Candidatura à Presidência da República (2018)

Bolsonaro comemorando o resultado da convenção que o escolheu como sendo candidato à presidência pelo PSL.

Jair Bolsonaro candidatou-se à presidência da República Federativa do Brasil pelo Partido Social Liberal nas eleições presidenciais de 2018 com General Mourão (do PRTB) como vice, na coligação "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos".[37] Sua candidatura, que tinha duas contestações, foi deferida por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).[84]

Jair Bolsonaro foi o primeiro candidato à presidência a alcançar o valor de um milhão de reais em doações para campanha eleitoral por meio do financiamento coletivo. O valor foi alcançado após 59 dias do início da campanha de arrecadação, em 5 de julho, arrecadando-se em média 17 mil reais por dia.[85][86] Em 23 de agosto, iniciou sua campanha, gozando de forte proteção policial e usando colete à prova de balas. O então presidente do PSL, Gustavo Bebianno declarou que Bolsonaro estava em nível máximo de risco.[87]

Atentado

Ver artigo principal: Atentado contra Jair Bolsonaro
Bolsonaro durante o atentado em Juiz de ForaMinas Gerais.

No dia 6 de setembro de 2018, Bolsonaro foi vítima de um ataque a faca durante uma campanha em Juiz de ForaMinas Gerais. Foi atingido no abdômen e necessitou passar por um procedimento de laparotomia exploratória na Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora.[88][89][90] Adélio Bispo de Oliveira, identificado como o autor do crime e posteriormente preso, declarou, no boletim de ocorrência, que o fez "a mando de Deus".[91][92] Adélio foi filiado ao PSOL entre 2007 e 2014; o partido emitiu uma nota classificando o atentado como "um grave atentado à normalidade democrática e ao processo eleitoral".[93][94][95] Após o atentado, ele fez duas cirurgias e recebeu alta no final de setembro. O esfaqueador de Bolsonaro foi preso, julgado e absolvido.[96] Bolsonaro disse que recorreria da decisão, entretanto a sentença transitou em julgado.[97]

 

No dia do atentado os demais candidatos à presidência Álvaro DiasCiro GomesGeraldo AlckminGuilherme BoulosHenrique MeirellesJoão AmoêdoMarina SilvaCabo DacioloJoão Goulart Filho e Vera Lucia repudiaram o ataque através de redes sociais. O presidente da República, Michel Temer, classificou-o como "intolerável".[98] A ex-presidente Dilma Rousseff referiu-se ao ataque como lamentável e relacionou a motivação do crime com opiniões defendidas pelo candidato.[99]

Manifestações

Ver artigo principal: Movimento Ele Não
 
Manifestação de expatriados brasileiros pró-Bolsonaro em LondresReino Unido, no dia 7 de outubro.
 
Manifestação contra Bolsonaro em Porto Alegre em 29 de setembro de 2018.

Em 29 de setembro de 2018,[100] usando a hashtag #EleNão,[101] um movimento iniciado nas redes sociais por mulheres contrárias às propostas do candidato reuniu expressivas manifestações de rua durante a campanha presidencial de 2018.[102] As manifestações contaram com cerca de 500 mil pessoas, segundo os organizadores do evento,[103][104] e aconteceram em mais de 160 cidades[105] de todos os estados do país e também em cidades como Nova IorqueBarcelonaBerlimLisboa[106] e Paris.[107][108][109]

No dia 30 de setembro, foram organizados atos de apoio ao candidato. Em Brasília, a campanha organizou uma carreata que contou com 25 mil carros, de acordo com a Polícia Militar. Em São Paulo, um ato ocupou quatro quarteirões da avenida Paulista, não tendo sido divulgados os números oficiais de manifestantes. De acordo com os organizadores do evento, o número teria chegado a 1,8 milhão, estimativa esta considerada não realista, já que em uma manifestação anterior pelo impeachment de Dilma Rousseff, que ocupou toda a avenida, o instituto Datafolha estimou uma aglomeração de quinhentas mil pessoas.[110] Em 21 de outubro os movimentos Brasil Livre e Vem Pra Rua também organizaram atos contra o Partido do Trabalhadores (PT) em todo o Brasil.[111][112]

Desempenho eleitoral

Desempenho de Bolsonaro na
eleição presidencial de 2018
Turno Partido Votos Resultado Ref.
Total %
1.º PSL 49 276 990 46,03% 2º turno [113]
2.º 57 797 847 55,13% Eleito [114]
Hélio Lopes e Bolsonaro durante a comemoração pela vitória nas eleições presidenciais de 2018.

Obteve 49 276 990 votos no primeiro turno da eleição, que ocorreu dia 7 de outubro, o que corresponde a 46,03% dos votos válidos, sendo o mais votado do turno.[113] Como nenhum candidato atingiu 50% dos votos válidos, o Tribunal Superior Eleitoral convocou o segundo turno da eleição, disputado entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad do Partido dos Trabalhadores (PT).[115][116] Jair Bolsonaro venceu em 16 estados e no Distrito Federal, ultrapassando 50% dos votos em 13 estados.[117]

 

No dia 28 de outubro sucedeu-se o segundo turno da eleição, e Jair Bolsonaro confirmou o resultado do primeiro turno, obtendo 57 797 847 de votos (55,13% dos votos válidos), elegendo-se assim com êxito o 38º presidente da República no Brasil.[114][118] Bolsonaro repetiu a vitória em 15 estados onde ganhara no primeiro turno e também no Distrito Federal, mas não conseguiu manter a vitória no Tocantins.[119] Bolsonaro interrompeu o ciclo de quatro vitórias consecutivas do Partido dos Trabalhadores, que se repetia desde 2002, quanto Luiz Inácio Lula da Silva venceu a eleição presidencial daquele ano.[120] Bolsonaro é o décimo militar que chega à presidência da República, o primeiro desde o princípio da Nova República.[121] É também o primeiro ítalo-brasileiro eleito à presidência da República de forma direta. Outros ítalo-brasileiros que ocuparam o cargo de presidente foram Ranieri Mazzilli e Itamar Franco, que foram presidentes interinos; e Emilio Garrastazu Medici, presidente eleito indiretamente durante a ditadura militar.[35]

Presidência da República (2019–presente)

Ver artigo principal: Governo Jair Bolsonaro
Momento em que Michel Temer recebe Jair Bolsonaro na rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, durante a posse presidencial.

Em 11 de outubro, dias antes de sua vitória nas urnas, Bolsonaro anunciou o congressista Onyx Lorenzoni (DEM) como o futuro chefe da Casa Civil em seu gabinete.[122]

Em 31 de outubro, já na condição de presidente-eleito, Bolsonaro anunciou o astronauta Marcos Pontes como o futuro Ministro de Ciência e Tecnologia. Além de Pontes, Bolsonaro já havia feito outras duas nomeações ministeriais: Paulo Guedes como Ministro da Economia e Augusto Heleno, general da reserva, como Ministro da Defesa.[123] Este último, porém, foi posteriormente nomeado para o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, no dia 7 de novembro.[124]

No primeiro dia de novembro, Bolsonaro confirmou que o juiz Sérgio Moro havia aceitado seu convite para servir como Ministro da Justiça e da Segurança Pública.[125] A decisão gerou reação adversa da imprensa internacional porque Moro havia condenado Luiz Inácio Lula da Silva, o principal adversário de Bolsonaro na eleição, por lavagem de dinheiro e corrupção.[126][127]

 

No dia 1º de janeiro de 2019, Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão tomaram posse como presidente e vice-presidente da República em cerimônia no Congresso Nacional. Após o evento, Bolsonaro recebeu a faixa presidencial das mãos do ex-presidente Michel Temer e fez um discurso no parlatório do Palácio do Planalto.[128][129] A posse de Bolsonaro teve o maior reforço de segurança na história das posses, contando com cerca de seis mil agentes e 2,6 mil policiais militares.[130]

Bolsonaro desfiliou-se do PSL em 19 de novembro de 2019,[131] partido em que estava desde março de 2018, depois de divergências com o presidente do partido, Luciano Bivar.[132][133] Foi a primeira vez desde a redemocratização do país, que um presidente da República ficou sem legenda partidária durante o exercício do mandato.[134]

Posições políticas

Bolsonaro em entrevista sobre a Comissão da Verdade em 2010.

Tornou-se conhecido por suas posições populistas,[16] por suas críticas à esquerda,[135][136] por ter classificado a tortura como uma prática legítima,[18][42] por posições contrárias aos direitos LGBT[137][138][139] e por várias outras declarações controversas, as quais lhe renderam cerca de 30 pedidos de cassação[18] e três condenações judiciais.[140][141][142]. Várias organizações internacionais acreditam que as suas tendências autoritárias[143] criam o risco de que a sociedade civil,[144] a imprensa,[145] os afro-brasileiros,[146][147] os indígenas,[148][149] e os críticos do governo enfrentam danos irreparáveis.[150]

Apesar de seus posicionamentos serem amplamente classificados na extrema-direita do espectro político,[17] Bolsonaro rejeita tal categorização.[151] Inicialmente, Bolsonaro não via a si mesmo como representante do espectro ideológico de direita, chegando a ocupar a tribuna da Câmara dos Deputados, em 12 de março de 1999, para tecer elogios à deputada federal Luiza Erundina, filiada ao PSB e sempre reconhecida como um quadro de esquerda.[152]

Democracia, Estado laico e ditadura militar

Bolsonaro, em 1º de abril de 2014, junto a seu filho Eduardo, com uma bandeira do Brasil mostrando seu apoio à ditadura militar ao lado de opositores
Os deputados federais Marco Feliciano e Jair Bolsonaro, em 2013, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil.

Em 1999, o deputado afirmou ao programa Câmera Aberta que era "favorável à tortura" e chamou a democracia de "porcaria". Se fosse presidente do país, respondeu que não havia "a menor dúvida" de que "fecharia o Congresso".[18] Em junho de 2018, no entanto, afirmou que a declaração era antiga e que atualente era contra uma intervenção militar.[153] Em 26 de maio de 2019, Bolsonaro reafirmou ser contra posicionamentos mais radicais e disse que "quem defende o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional está na manifestação errada". Bolsonaro afirmou ainda que "essa pauta está mais para Maduro", numa referência ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.[154]

Em entrevista de 2 de dezembro de 1998 à revista Veja, Bolsonaro afirmou que a ditadura chilena de Augusto Pinochet, que matou mais de três mil pessoas[155] e exilou outras 200 mil,[156] "devia ter matado mais gente".[157] Em setembro de 2019, afirmou que Michelle Bachelet, a atual Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ex-presidente chilena, "se esquece de que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas estava seu pai, brigadeiro à época". Alberto Bachelet, pai de Michelle, era general da Força Aérea do Chile e se opôs ao golpe de Pinochet, sendo preso, torturado e assassinado pelo regime. A fala de Bolsonaro causou ampla repercussão negativa no Chile. Sebastián Piñera, o atual presidente do país andino, declarou que não compartilha "em absoluto a alusão feita pelo presidente Bolsonaro a uma ex-presidenta do Chile e, especialmente, num um assunto tão doloroso quanto a morte de seu pai".[158][159] Bolsonaro também já elogiou Alberto Fujimori, presidente do Peru, como um "modelo" pelo uso de uma intervenção militar contra o judiciário e o legislativo.[19]

O deputado federal também é conhecido por alegar que a ditadura brasileira foi uma época "gloriosa" da história do país e que o golpe militar de 1964 foi uma "intervenção democrática" fruto da "pressão popular" e que, em 1968, grupos oposicionistas começaram a atacar com táticas de guerrilha.[160] Em carta publicada no jornal Folha de S.Paulo, referiu-se ao período militar como "20 anos de ordem e progresso".[161] Em 2011, Bolsonaro condenou a iniciativa do Palácio do Planalto, sob a liderança de Dilma Rousseff, de aprovar o grupo de trabalho que teria por função examinar as violações de direitos humanos praticadas durante a ditadura para "efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional". Esse grupo de trabalho chamava-se Comissão Nacional da Verdade, ou apenas "Comissão da Verdade". Bolsonaro criticou particularmente um trecho do artigo 4º do projeto que cria a comissão e que prevê que "é dever dos militares colaborar com a Comissão da Verdade". "[...] se é dever, o militar que não colaborar e não disser o que eles querem ouvir pode ser preso, sim. Essa é uma farsa, uma mentira. É um projeto que caminha apenas para apurar o que eles querem", disse Bolsonaro ao interromper uma entrevista coletiva.[162]

Em relação ao papel das religiões, em um discurso em Campina Grande, em fevereiro de 2017, o então deputado criticou o Estado laico ao dizer: "Deus acima de tudo. Não tem essa historinha de Estado laico não. O Estado é cristão e a minoria que for contra, que se mude. […] as minorias têm que se curvar para as maiorias."[163] Porém, em outubro de 2018, momentos antes da eleição presidencial, Bolsonaro amenizou seu discurso: "Nós vamos fazer um governo para todos, independente de religião. Até quem é ateu. Nós temos quase por volta de 5% de ateus no Brasil, e vocês têm as mesmas necessidades que os demais têm".[164]

Economia

Bolsonaro, em 2014, durante promulgação da Emenda Constitucional 77, que permite médicos militares trabalharem no SUS.

Bolsonaro defendeu, durante os governos de Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva, posições econômicas desenvolvimentistas e antiliberais,[165][166][167][168] herança da ditadura militar no Brasil,[18] votando junto com o Partido dos Trabalhadores em diversos temas econômicos.[169] Em 2000, ao explicar ao apresentador Jô Soares o porquê de ter defendido o fuzilamento do então presidente Fernando Henrique, disse que "barbaridade é privatizar a Vale e as telecomunicações, entregar as nossas reservas petrolíferas ao capital externo".[18]

Por outro lado, desde 2016, Bolsonaro tem apoiado medidas econômicas liberais.[169] Votou na abertura do pré-sal,[170] afirmou que o "livre-mercado é a mãe da liberdade",[18] e, em uma entrevista, disse que "deve ser privatizado o máximo que puder" e que se opôs somente à forma como a Vale foi privatizada.[171] Em uma entrevista à jornalista Mariana Godoy, quando questionado sobre seu posicionamento em relação ao tripé macroeconômico, o então pré-candidato à presidência respondeu que quem falaria sobre economia por ele no futuro seria sua equipe econômica.[172] Em novembro de 2017, durante uma entrevista, Bolsonaro disse que, caso se torne presidente do Brasil, nomeará para o ministério da fazenda o economista liberal Paulo Guedes.[173] Em entrevista de 2018, afirmou que "não gostaria" de privatizar a Petrobras, mas que o faria se "não encontrasse [outra] solução".[174] Em maio de 2018, defendeu a flexibilização de 

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