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Pará Estado brasileiro

Pará Estado brasileiro

Pará, um estado no norte do Brasil, é onde se encontra o Parque Nacional da Amazônia. Protegendo uma extensa faixa da exuberante e densa Floresta Amazônica, o parque é lar de milhares de espécies da vida selvagem. Boa parte dela é alagada todos os anos, tornando o acesso a áreas distantes somente por barco. Próxima da desembocadura do Rio Amazonas está Belém, a capital do Pará. Ela é conhecida pela arquitetura colonial e pelo mercado Ver-o-Peso às margens do rio.
Área1.248.000 km²
População8,074 milhões (1 de jul. de 2014)
Belém
Belém
Santarém
Santarém
Alter do Chão
Alter do Chão
Mosqueiro
Mosqueiro
Algodoal
Algodoal
Paraná
Paraná
Paraíba
Paraíba
Amazonas
Amazonas
Pernambuco
Pernambuc
 
Amapá
Amapá

 

 A História do Pará O povoamento do Pará começa com a entrada de holandeses e ingleses, mas consolidado com os portugueses. O início da formação do Estado se dá em 1616, com a fundação do Forte do Presépio, primeiro marco de construção da cidade de Belém, na época Santa Maria de Belém do Grão-Pará

Resumo Escolar

Conteúdos para estudantes de todos os níveis. Exercícios corrigidos, resumos de todas as disciplinas e muito mais!

História do Pará: Vinda dos portugueses para região

história do Pará e o início de seu povoamento são anteriores a própria colonização do Brasil. Há registros arqueológicos que comprovam a existência de humanos na região da Ilha de Marajó e Santarém desde o ano 3000 a. C.

Posteriormente, a região onde se localiza o estado foi povoada por índios Amanaiés, Anambés, Assurinis (Tocantins e Xingus), Caiabis e tantas outras que com o passar dos anos foram sendo dizimadas.

 

Foi entre 1500 e 1600 que os imigrantes começaram a chegar à região. Os primeiros a se estabelecerem e povoarem o estado foram ingleses e holandeses que tinham como objetivo explorar as especiarias do local. Já no ano de 1616 é fundado o “Forte do Presépio” na localidade de Santa Maria de Belém do Grão Pará – atual capital do estado Belém.

Por que os portugueses vieram para região do Pará?



A construção do “Forte do Presépio”, considerado um dos primeiros empreendimentos significativos do estado, era parte de um ousado projeto político associando economia e a conquista do vale amazônico com a intenção de explorar a biodiversidade da região. Os portugueses buscavam as “drogas do sertão”, tipos de especiarias extensamente valorizadas na Europa.

O primeiro passo dado em direção à realização deste projeto foi a fundação de Belém em 16 de janeiro de 1616, mas, é claro que não podemos deixar de lado o verdadeiro horror instalado na região em virtude disso, vou explicar melhor: A ocupação do território onde hoje está localizado o Pará custou a escravização e morte de muitos indígenas, aliado a isso, ainda houve grande resistência por parte dos primeiros imigrantes (ingleses e holandeses).

Contudo, a ocupação não parou por aí, afinal os portugueses buscavam não apenas explorar a biodiversidade da região, mas também, queriam agregar territórios e outras riquezas que futuramente pudessem ser vantajosas.

A partir de 1626 todo esse projeto pode-se dizer, acabou levando Portugal a ter duas colônias na América: a primeira delas ficou constituída pelo Nordeste e sua parte meridional da colônia, a segunda, era formada pelo Grão-Pará, Piauí, Ceará e Maranhão (incluindo toda a Amazônia).

O que acabou por diferenciar ambas as colônias foi o modo de produção, no “Brasil” o que predominava era a monocultura (sistema de exploração do solo baseado em apenas uma cultura), enquanto que no Grão-Pará tudo era baseado na atividade extrativa (extrair recursos de um local em sua forma natural).

A Igreja e os interesses de Marquês de Pombal

Durante este “empreendimento colonizador” a Igreja Católica também teve seu papel ao realizar trabalhos missionários na região, contudo, em diversas oportunidades entrou em conflito com os colonos, devido, principalmente, a seus interesses mercantis.

Este debate perdurou por muito tempo atravessando os Séculos XVII e XVIII, até que surge uma nova ordem política onde se inicia um processo de expropriação dos bens e dinamização da economia local.

O português Marques de Pombal é responsável por um grande salto na economia da região por volta do século XVIII, mas, todo esse empenho era resultado de um interesse particular do Marques pela região. Ainda nesse período o nobre promoveu mudanças econômicas e sociais ao investir na colonização, além de levar engenheiros, arquitetos e cientistas para região. Acredita-se que no início do século XIX Belém já era um centro urbano.

Os conflitos

Com a saída do Marquês de Pombal do poder Grão-Pará e Maranhão iniciam um ciclo conturbado, o qual perdura por quase cem anos (até 1870). É neste período que ocorrem muitas mudanças, entre as quais a adesão a Independência do Brasil, além disso, o nascimento da imprensa e de uma vida intelectual agitada, algo até então não experimentado, e por fim, a experiência de uma Guerra Civil: a Cabanagem.

A Cabanagem foi uma revolução popular, uma espécie de explosão social que teve grande impacto demográfico e cultural no Pará, estima-se que pouco mais de um terço da população morreu durante o conflito que teve como líderes as camadas mais populares.

O conflito teve início por volta de 1835 até que no ano de 1838 um governo popular é instaurado e segue até o momento em que a capital é (re) conquistada pelas chamadas forças legalistas, a “guerra” que perdurou até 1840 espalhou-se de Belém por toda Amazônia.

Além da Cabanagem em 1821 a população do Pará apoiou a Revolução Constitucionalista do Porto.

O ciclo da borracha

 

Como já dito, o período nebuloso iniciado quando Marques de Pombal deixou o poder segue até o Século XIX e só termina com o início do ciclo da borracha.

A borracha tem dois ciclos e é a partir de 1880 que os primeiros migrantes começam a chegar de várias partes a fim de trabalhar com a extração do látex. Neste período o comércio e as indústrias da região desenvolvem-se fortemente, e, Belém passa a ser o centro comercial mundial da borracha.

Mas, a economia seringueira também entra em franca decadência e a estagnação da região só é superada em 1960 a partir do desenvolvimento agrícola no sul do estado e também com a ampliação do extrativismo mineral.

Atualmente o Pará é considerado a maior reserva mineralógica do planeta.

O capitão-mor do Pará era Francisco Caldeira de Castelo Branco, que segundo Jaboatão, chegou em Belém em dezembro de 1616.

História do Pará - Brasil Turismo


https://www.brasil-turismo.com › para › historia

Direto da Amazônia, livro revela como a castanha-do-pará ganhou o mundo

Castanha-do-brasil, noz amazônica, tocari e tururi. São muitos os nomes da árvore e semente que conhecemos em geral como castanha-do-pará. Desde a chegada dos europeus à América do Sul, a árvore da família botânica Lecythidaceae, nativa da floresta amazônica, é mencionada e descrita em relatos de viajantes, religiosos e naturalistas.

Apreciadas pelo seu sabor, as amêndoas são utilizadas tanto na culinária em geral, em especial no acompanhamento de doces, como pelo setor de cosméticos, que utiliza o óleo obtido da castanha para a fabricação de xampus, condicionadores e sabonetes. Além dos usos comerciais, pesquisas na área da saúde apontam que substâncias presentes na castanha-do-pará podem retardar o envelhecimento e até ajudar a prevenir alguns tipos de câncer.

Com base na tese de doutorado Do extrativismo à domesticação: as possibilidades da castanha-do-pará, defendida no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, surgiu o livro A Castanha do Pará na Amazônia, publicado pela Paco Editorial.

O trabalho, que tem como foco a história econômica da árvore e sua semente famosa, é inédito em sua abordagem. Na obra, o historiador José Jonas Almeida revela em etapas como a produção de castanha-do-pará representou uma das mais importantes atividades da Amazônia e um recurso natural fundamental para a sobrevivência das populações tradicionais daquela região.

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Em visita ao Pará, em 1940, o presidente Getúlio Vargas observa o fruto da castanheira – Foto: Life

Já durante sua pesquisa de mestrado, Almeida se aproximou do tema, tendo como objeto de estudo Marabá, localizada no sul do Pará. No passado, a cidade foi a maior produtora de castanhas do mundo. O interesse específico pela semente surgiu quando o pesquisador investigou a economia da cidade durante o período da ditadura militar brasileira.

Partindo de viagens feitas para a região, o historiador reuniu um conjunto de documentos de fontes oficiais, matérias de jornais, livros de viajantes, estudos botânicos e informações obtidas tanto da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) quanto de bibliotecas internacionais, como a Biblioteca do Congresso, localizada em Washington, nos EUA.

De acordo com sua análise, a atividade ao redor da castanha-do-pará “garantiu a manutenção da economia de alguns municípios na primeira metade do século 20, entre eles Marabá, tendo movimentado um comércio ativo”, afirma.

Da Amazônia para o mundo

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Exemplar de castanheira no munícipio de Marabá, sudeste do estado do Pará – Foto: Casa de Cultura de Marabá

A estrutura da tese e, posteriormente, do livro foi sendo construída ao longo dos anos de doutorado. “Primeiro pesquisei a história da castanha, como ela foi descoberta pelos portugueses no período colonial e pelos espanhóis, que relataram encontros nas regiões amazônicas que hoje são a Bolívia e o Peru”, descreve Almeida.

A partir daí, investigando principalmente o material da Embrapa, o historiador desvendou os mistérios sobre como aconteceu o chamado processo de domesticação da planta. “Visitei em Manaus, por exemplo, uma fazenda que planta e produz castanha-do-pará. Originalmente, ela era extraída da floresta amazônica”, relembra ele.

Em seguida, Almeida se concentrou em entender o aproveitamento da amêndoa, seu uso para a alimentação e a decorrente domesticação. “Descobri que ela é conhecida no exterior há mais tempo do que eu imaginava”, aponta ele, ao explicar que, desde o final do século 18, os ingleses já estavam consumindo a castanha por meio de importações portuguesas. “Encontrei anúncios de jornais na Inglaterra que já divulgavam castanha-do-pará, tapioca e arroz do Pará”, comenta.

Apelidada de brazil nut pelos ingleses, a planta foi alvo de planos mercantis ousados por parte dos europeus. Os ingleses, que já tinham levado a seringueira da Amazônia para a Malásia para plantá-la, quebrando assim a economia brasileira da borracha, tentaram fazer algo similar com a castanha-do-pará.
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Frutos (ouriços) da castanheira coletados na floresta amazônica

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Sementes foram enviadas para a Jamaica, para Trinidad, em seguida para o jardim botânico inglês e de lá para a Ásia. As tentativas de plantio aconteceram no Sri Lanka, na Malásia e até mesmo na Austrália, “mas não deu resultado em termos comerciais”, afirma o historiador ao explicar que, para ser produzida em grande escala, a planta precisa de insetos polinizadores, um gênero específico de abelhas, por exemplo. Gênero que só existe na Amazônia e que precisa estar perto da floresta para fazer a polinização. “Ou seja, dependia de um ecossistema específico”, sumariza.
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Alimentado prioritariamente pelas exportações brasileiras, o mercado europeu foi acompanhado pelo surgimento de uma demanda dos Estados Unidos, país no qual a amêndoa foi popularizada no começo do século 19.

“Nos EUA, existiu uma sociedade importadora de castanha, a Brazil Nut Association”, conta Almeida. Criado em 1933, o grupo comprava, distribuía e cuidava das propagandas em grandes veículos de imprensa, dentre eles, a famosa revista Life.

Mas e no Brasil?

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Castanhas sem casca (parte superior) e com casca – Foto: Folheto publicado pela Acre State Business Agency

De acordo com o especialista, o mercado brasileiro para a castanha-do-pará sempre foi muito reduzido. “Essas amêndoas de forma geral (avelã, castanha, noz) são amêndoas mais consumidas nas regiões de clima temperado. Por isso o êxito na Europa e nos EUA”, afirma ele.

Culturalmente, elas completam um conjunto de amêndoas que são consumidas em grandes feriados, sobretudo no segundo semestre de cada ano. No mercado interno, sem essa demanda, a castanha-do-pará permaneceu cara, em especial por causa de seu transporte.

Entretanto, houve tentativas pontuais de ampliar o consumo entre os brasileiros. “Há um tempo atrás, no século 19, no livro O Cozinheiro Nacional (reeditado recentemente), havia muitas receitas com castanha-do-pará para sopas, frango e até pombos, mas hoje realmente temos muito pouca procura no Brasil.” Vale lembrar que há pouco mais de 80 anos, a população brasileira era em grande parte desnutrida, por isso os nutrólogos da época recomendavam castanhas para crianças e mães amamentando, por exemplo.

Ainda assim, o mercado interno da castanha-do-pará atualmente representa cerca de 2% do total que é produzido, sendo concentrado prioritariamente para exportação.

Perda de mercado

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